• Poesia
  • Como Dormem os Filhos do Homem

    Comprado me comprazo na subserviência silente de meus algozes, de cara tão inocentes – aí desses vencedores oniscientes!   Cospem-lhe a boca, escarram-lhe  a mente – turbilhão de amenidades tantas a anestesiar, não sem sentido, a castração criativa a laqueadura da poesia a morte da evidência (já não importa, idiota!).   deixe-nos aqui, deixe-nos confortáveis […]

  • Poesia
  • Tua Voz

      Tua voz vem de longe… e cansada… e sumida… Foi a brisa que a trouxe? Ou talvez o luar? Ela chega cantando e soluça sentida, Ela esboça um sorriso e eu a sinto chorar!   Tua voz vem cansada… É cansaço da vida… Pobre voz que desmaia e mal pode falar! Que ansiosa pergunta […]